Melhore os seus sprints com este treino!

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Faça cada circuito sem descansar entre exercícios, a menos que seja pedido.

Circuito 1
Faça 5 rondas e descanse 2 minutos

Corra na passadeira (inclinação 10%) ou use o simulador de escadas (stepper) – 40 segundos
Agachamentos com pesos russos (nas rondas 1, 3 e 5 apenas) – 10 repetições + agachamentos sem pesos (nas rondas 2 e 4) – 20 repetições
Ronda 1: Faça uma extensão de braços apoiada – 40 segundos
Ronda 2: Flexão lateral esquerda – 40 segundos
Ronda 3: Flexão lateral direita – 40 segundos
Ronda 4: Aguante extensão de braços junto ao chão – 40 segundos
Ronda 5: Flexão isométrica sobre antebraços – 40 segundos
CIRCUITO 2
Faça 3 rondas e descanse 2 minutos

Suba escadas rapidamente – 80 segundos
Descanse – 20 segundos
Extensão de braços – 30 segundos
Levante pesos russos inclinado – 10 repeticiones
CIRCUITO 3
Faça 4 rondas e descanse 2 minutos

Corra ou Suba escadas rapidamente – 60 segundos
Agachamento rotatório unilateral – 5 repetições/ perna
Abdominais à sua escolha – 60 segundos
CIRCUITO 4
Faça 3 rondas e pareMelhore os seus sprints com este treino!

Descanse – 20 segundos
Extensão de braços – 30 segundos
Levante pesos russos inclinado – 10 segundos
Suba escadas rapidamente – 40 segundos
Descanse – 40 segundos
Aguante extensão de braços juntos ao chão – 40 segundo

Acerte o corte!

Resultado de imagem para churrasco gourmet

Cortar a carne antes de colocá-la na grelha pode parecer uma tarefa simples, mas errar aqui pode fazer a diferença entre um deliciosa refeição e um churrasco “meia boca”.

Para fatiar bem a carne, é preciso saber como deve ser o seu corte para que ela continue suculenta e no ponto ideal para a degustação. Ok, mas como saber como deve ser o corte?

Antes de tudo é preciso ter em mente que para acertar o tipo de corte que será feito na carne é necessário conhecer a carne que será servida, já que cada uma exige um corte específico. A costela, por exemplo, pode ser preparada em fatias finas, enquanto a paleta de cordeiro pode ser servida da forma premium, que é quando o osso inteiro permanece dentro da carne.

A regra geral é identificar a posição das fibras da carne e deslizar a lâmina da faca transversalmente. Isso porque se esse cuidado não for tomado e o corte não acompanhar a fibra, a carne fica dura. A lâmina também deve estar muito bem afiada para que a carne não desmanche na hora de ser cortada.

Cortes específicos
Com as dicas acima em mente, você pode, agora, cortar cada carne conforme suas peculiaridades. Selecionamos as quatro carnes mais famosas no churrasco para que você não tenha mais dúvidas.

Mais: uma regra para todas elas é não fazer um corte alto para uma carne que deve ficar bem passada. Para essa finalidade, prefira cortes finos.

corte, boi,

Alcatra
Suas fibras são bem características e fáceis de serem identificadas. O indicado é acompanhar o desenho das fibras ao realizar o corte.

Fraldinha
Antes de assar a fraldinha, corte a carne no sentido da fibra da carne. Mas, na hora de servir, o indicado é cortá-la no sentido oposto ao da fibra, o que a deixa mais suculenta.

Maminha
Ao temperá-la, faça alguns cortes na gordura para que o sal penetre na carne. Depois de assada, retire-a da churrasqueira e sirva imediatamente, cortando sempre no sentido contrário ao das fibras para que a maminha fique ainda mais macia.

Picanha
Verifique o lado com maior quantidade de gordura e corte a carne com cerca de dois cm (referente a dois dedos) de espessura. Ao ficar um pouco mais grossa, ela assa mais por fora, deixando o meio mais suculento. Se o corte da picanha for muito fininho, no entanto, ela vai assar por igual, deixando o meio da carne seco.

Ah, se for seguir essas dicas, não esqueça de me chamar!

Guerra das rodinhas: entenda a polêmica sobre o skate olímpico do Brasil *

Por Marcelo Laguna de Aquino

* Texto publico originalmente no blog Laguna Olímpico, no Lance!

skates

Ainda faltam 1.280 dias para a abertura da Olimpíada de Tóquio-2020. Mas aqui no Brasil uma modalidade já está em pleno clima dos Jogos. Nos últimos dias, postagens em redes sociais colocaram em evidência um dos esportes que irá estrear na Olimpíada japonesa, o skate. Está em curso uma verdadeira “guerra das rodinhas” para definir quem será a entidade responsável por organizar o esporte no Brasil.

De um lado, a CBHP (Confederação Brasileira de Hóquei e Patinação), que foi reconhecida, por meio de carta oficial (ver abaixo) do COB (Comitê Olímpico do Brasil) como interlocutor oficial para a preparação no próximo ciclo olímpico. Do outro lado, a CBSk (Confederação Brasileira de Skate), que teve seu reconhecimento negado pelo COB e que conta com apoio de mais de sete mil integrantes da comunidade do skate no Brasil para que ela seja a representante oficial da modalidade para Tóquio-2020.

Carta enviada à CBHP pela COB, assinada pelo diretor executivo da entidade, Agberto Guimarães, falando sobre os planos da preparação do skate neste ciclo olímpico (Crédito: Reprodução)

A questão é complexa. Do ponto de vista legal, a CBHP tem razão quando aponta estar vinculada de forma oficial não apenas ao COB como também à única entidade internacional reconhecida pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) que responderá pelo skate olímpico. A FIRS (Federação Internacional de Esportes sobre Rodas, significado da sigla em português) é integrante da SportAccord, organização que reúne todas as federações esportivas internacionais para esportes olímpicos e não olímpicos.

sports-wallpapers1Em compensação, a CBSk, que existe desde março de 1999, vem trabalhando todos estes anos pelo desenvolvimento da modalidade no Brasil e diz que a CBHP nunca fez nada pelo skate. Seus representantes afirmam também que estão vinculados à ISF (Federação Internacional de Skate), que estaria trabalhando junto ao COI na gestão da organização do skate olímpico nos Jogos de 2020.

Para tentar sensibilizar o COB e conseguir o seu reconhecimento, a CBSk criou um abaixo-assinado virtual no site change.org, o #somostodosCBSK, que tem mais de 7,5 mil assinaturas até hoje (20/1).

Para tentar esclarecer o caso, o blog ouviu os dois lados envolvidos nesta complicada questão que pode atrapalhar a preparação de um dos potenciais esportes ganhadores de medalha do Brasil em Tóquio-2020. E sem entrar no mérito de quem tem razão, fica apenas uma certeza: os grandes prejudicados em tudo isso são os atletas.

“O skate nunca fez nada para ser olímpico”

Moacyr Neuenschwander Junior, presidente da CBHP

Laguna Olímpico – Quando começou a polêmica envolvendo a responsabilidade da organização e supervisão das competições de skate no Brasil?

Moacyr Neuenschwander Junior – A polêmica foi gerada por pessoas que desconhecem ou querem desconhecer as hierarquias institucionais às quais estão comprometidos os Comités Olímpicos nacionais de todos os países, em respeitar a Carta Olímpica inclusive no que tange as filiações das Federações internacionais reconhecidas pelo COI (ARISF), gestoras de suas modalidades.

No caso específico, a única Federação Internacional dos esportes sobre rodas reconhecida pelo COI é a FIRS que, por sua vez, tem a CBHP como sua única filiada no Brasil – desde os anos de 1950. A CBHP, portanto, é a única entidade gestora dos esportes sobre rodas perante a FIRS e por consequência ao COB/COI.

Exemplos concretos são as participações de nossas Delegações através do COB nos Jogos de Barcelona de 1992 e em todos os demais Jogos dos ciclos olímpicos das Américas desde que os esportes sobre rodas entraram nos Jogos Cruz del Sur (atualmente Jogos Sul-Americanos da ODESUR) em 1978 e nos Jogos Pan-Americanos da ODEPA desde 1979.

Desde quando a CBHP supervisiona e organiza as competições de skate no Brasil?

Após a definição de sua inclusão nos próximos Jogos de Tóquio-2020, a CBHP, como representante legal da modalidade perante a FIRS/COB/COI, fará o necessário planejamento estratégico junto ao COB para o próximo ciclo olímpico no sentido de obter o maior dos êxitos nos Jogos de Tóquio, à exemplo do que sempre fizemos durante todos os demais ciclos já anteriormente mencionados desde 1978.

Como vocês encararam a criação de uma confederação própria para o skate? O que você acha que motivou a criação desta entidade?

De acordo aos próprios praticantes, o Skate é um modo de vida. Há diversos outros exemplos similares em modalidades diversas até que, um dia, elas são chamadas à formalidade dos esportes olímpicos. É fato amplamente divulgado que o olimpismo nunca foi o objetivo primário dos praticantes do Skate. Se assim não fosse, porque as existentes entidades internacionais que clamam por reger esta modalidade (WSF e ISF) nunca pleitearam seu reconhecimento junto ao COI nem à SportAccord?

Lamentamos que os praticantes da modalidade agora se manifestem sem ter conhecimento da estrutura formal do esporte em todos os níveis e de que cabe à FIRS o protagonismo de ter tornado o skate num esporte olímpico, fato infelizmente ocultado ou menosprezado por algumas entidades que não se interessaram em acompanhar o longo processo que é a inclusão de uma modalidade nas olimpíadas e agora, os compromissos daí decorrentes. É importante que o público saiba disto.

Moacyr Neuenschwander Junior (no meio), ao lado de Carlos Nuzman, presidente do COB, durante o Pan-Americano de Toronto-2015 (Crédito: CHBP)

Quais as ações que a CBHP fez para o desenvolvimento do skate nos últimos anos, antes mesmo da modalidade ter sido aprovada para a Olimpíada de Tóquio-2020?

Esta não é questão a ser discutida pois a modalidade nunca fez parte dos ciclos olímpicos até então. Os eventos realizados até então foram na verdade grandes Opens. A CBHP realiza eventos formais, através de entidades filiadas e legalmente reconhecidas dentro das Leis que regem o esporte formal brasileiro.

 

Acredita que o pano de fundo desta polêmica é apenas o financeiro, ou seja, a possibilidade de poder receber as verbas da Lei Agnelo/Piva?

Não estou em condições de julgar a índole das pessoas que hoje, de repente, apareceram no cenário querendo buscar um protagonismo por um objetivo logrado por outras entidades, e pelo qual poderiam, se fosse de seu real interesse, haver lutado desde muito antes.

Há alguma possibilidade do COB aceitar a CBSk como a entidade responsável pelo skate olímpico?

Não. O Comitê Olímpico do Brasil é uma entidade centenária, zelosa da Carta Olímpica e dos direitos constituídos pelas instituições às quais ele se reporta e aquelas que são suas filiadas.

Entende que realmente o skate pode estar integrado junto às demais modalidades esportivas da CBHP?

Não tenho nenhuma dúvida sobre isto e já estamos trabalhando muito seriamente neste sentido.

Existe alguma possibilidade de acordo entre a CBHP e a CBSk para acabar com esta crise?

Eu iria propor de fazer uma parceria com eles após ter uma reunião com o COB. Mas eles tomaram um caminho errado, quiseram ir pela força. Se esta parceria vier a ser feita, será pelas nossas condições. Não fui eu quem comprei esta briga.

Acredita que poderá existir boicote da comunidade do skate do Brasil para a Olimpíada de 2020?

A comunidade do skate do Brasil é muito grande. Duvido que um atleta vá deixar de perder a oportunidade de ir para uma Olimpíada. Para Tóquio, haverá uma fila de atletas querendo representar o Brasil.

 “Nossa preocupação é a administração do skate nacional sair das mãos dos skatistas”

Edson Scander, vice-presidente da CBSk

Laguna Olímpico – Qual foi o principal motivo para a criação da campanha #somostodosCBSK?

Edson Scander – Divulgar para a sociedade, imprensa e poderes públicos o que está acontecendo com o skate brasileiro e quem os skatistas brasileiros, principalmente as grandes estrelas, apoiam.

Quando foi fundada a CBSK e o que motivou a criação desta entidade?

A CBSk foi cria de um processo iniciado em 1987 com a criação da União dos Skatistas e Empresários (USE) que em 1988 tornou União Brasileira de Skate (UBS). Ela foi fundada em 06 de Março de 1999 pro entidades gaúchas, paranaenses, paulistas, baianas e brasilienses, motivadas pelo sonho de organizar o Skate brasileiro.

A CBHP já realizou ações para o desenvolvimento do skate do Brasil? Eles organizam competições, regulamentam o esporte etc?

Sugiro pesquisar no site e redes sociais da entidade para tomar suas próprias conclusões.

Quando vocês tiveram a informação de que o COB não iria reconhecer a existência da CBSK?

Há algumas semanas.

Edson Scander é o vice-presidente da CBSk (Crédito: Divulgação)

Chegaram a conversar com a CBHP para algum tipo de acordo que pudesse permitir o reconhecimento da CBSK?

Não. (Nota do blog: em entrevista ao site Tribo Skate, do portal Ativo, Scander disse que houve apenas um contato com a CBHP, há um ano, quando souberam que a entidade estava organizando campeonatos de street, uma das modalidades que estarão em Tóquio-2020, ao lado do skate park. De acordo com Scander, foi Moacyr Neuenschwander Junior quem respondeu a mensagem, dizendo que também eram administradores do skate no Brasil e não precisavam dar satisfação pra CBSk).

Existe alguma entidade internacional que esteja apoiando a iniciativa da separação do skate da CBHP com a criação de uma entidade própria?

Desde 2005 existe a International Skateboarding Federation (ISF) formada pelas principais entidades de Skate e skatistas do Mundo, sendo seu vice-presidente o maior skatista de todos os tempos, Tony Hawk. Esta entidade que trata com o COI da participação do Skate nas Olimpíadas há 12 anos e quem lidera a Tokio Skateboarding Comission (TSC), órgão criado pelo COI para gerir o processo olímpico do skate mundial. A CBSk é fundadora, portanto filiada, na qual os últimos presidentes da CBSk foram vice-presidentes da ISF.

Caso o COB realmente não reconheça a filiação da CBSK, a comunidade brasileira do skate cogitaria boicotar a participação nos Jogos Olímpicos de Tóquio?

Isto não foi discutido, temos muito tempo até 2020.

A questão desta polêmica com o skate olímpico tem como pano de fundo a questão da verba que a entidade responsável receberá da Lei Agnelo/Piva?

A preocupação principal é administração do Skate nacional sair das mãos dos skatistas e perdermos oportunidades de desenvolvermos o nosso esporte/estilo de vida conforme várias gerações construíram. A CBSk não participando do processo olímpico, não sendo filiada ao COB, ela e suas filiadas perderão a representatividade para cobrar das autoridades ações efetivas junto aos poderes públicos para melhorias para o esporte que praticamos. Também a CBSk será questionada sobre sua legalidade pelas grandes empresas brasileiras estatais ou privadas nas negociações sobre patrocínios dos projetos da entidade, como já está acontecendo e colocam em risco um planejamento para quatro anos de prepararmos adequadamente nossos skatistas para as Olimpíadas, como aproveitar a chance de ouro de impulsionarmos o desenvolvimento do skate como nunca aconteceu no país.

SURF E SKATE NAS OLIMPÍADAS 2020!

Essas modalidades foram escolhidas na fase final da seleção em junho de 2016, mas ainda deixaram outras de fora, como boliche e squash. Essas novas categorias serão disputadas apenas nos próximos jogos olímpicos que ocorrerão em Tokio 2020.

Skate nos Jogos Olímpicos Esporte individual, com diferentes modalidades.

Nos jogos ocorrerão disputas entre street e park. No caso do street, os obstáculos vão simular um circuito comum de rua com bancos, corrimões, rampas, muretas, escadas e paredes inclinadas.

Para conhecer:
Federação internacional: ISF
Principais torneios mundiais: Street League e X-Games

No Brasil:
Confederação Brasileira: CBSk
Profissionais: 700
Praticantes: 8,5 milhões de praticantes
Principais nomes: Bob Burnquist, Sandro Dias (Mineirinho), Leticia Bufoni, Rony Gomes

Surf nos Jogos Olímpicos

Será praticado no mar, o atleta realizará manobras que serão avaliadas com notas de acordo com o grau de dificuldade. As disputas ocorrão em baterias com duração média 30 minutos, e separadas em três fases: quartas de final (e repescagem), semifinal e final.

As notas variam de 0 a 10 e são dadas por uma equipe de cinco juízes, a maior e a menor nota são descartadas. A média das três notas restantes dá a pontuação do atleta.

Para conhecer:
Confederação Brasileira: CBSurf
Praticantes: 4 milhões
Principais nomes: Gabriel Medina e Adriano de Souza

Após anos de luta finalmente podemos comemorar o reconhecimento do surf e skate como esportes olímpicos, dessa forma podemos esperar uma projeção nacional maior ainda e investimentos do governo para formar novos atletas dessas modalidades.

Planador do “Duende Verde” sai das histórias em quadrinhos e torna-se realidade

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O que parecia fantasia para muitos acaba de se tornar realidade, a tão sonhada prancha voadora, finalmente saiu do universo da imaginação e se tornou realidade.
De quebra, ainda entrou para o Guinness World Record após percorrer mais de 2 km em cerca de sete minutos.

No último dia de abril, Zapata correu no sul da França para testemunharem a conquista do Guinness World Record. O desafio inicial era para permanecer no ar por mais de 280 metros. Esse foi o recorde anterior da Flyboard Air. Após percorrer mais de 2 km em cerca de sete minutos, Zapata escreveu seu nome nos livros dos recordes.

Planador do “Duende Verde” sai das histórias em quadrinhos e torna-se realidade

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O campeão de jet-ski Franky Zapata voa alto no céu em uma prancha a jato.

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Na entrevista concedida ao Paul Ridden da Gizmag, Zapata revelou que a maior parte dos 20 kg (44 lb) a prancha a jato é feito de fibra de carbono, com turbina a jato, especialmente modificado para a finalidade com 250 cavalos de potência motores fechado em uma moldura de alumínio e aço. As turbinas a jato são alimentados com querosene armazenados na mochila, que pode ser liberado em menos de um segundo, caso ocorram problemas. “Eu só tenho que pressionar um botão para o querosene ser eliminado”, brincou com um sorriso confiante.

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Um par de lindas botas de esqui brancos e negros foram afixados no base da prancha a jato, possuí um sofisticado sistema de computador que executa um algoritmo proprietário que ajuda a manter a estabilidade da prancha a jato, aumentando ou diminuindo cada jato automaticamente.

“O problema é que você tem que desenvolver um algoritmo que é capaz de mantê-lo estável, mas não entre em conflito quando é hora de mover a máquina”, ele nos disse.“Então, a máquina tem de entender quando você deseja mover ou quando é um movimento incontrolável.” E isso é tudo que ele iria nos dizer sobre o sistema de controle de computador.

Em sua mão direita, Zapata agarra o mesmo tipo de controle sem fio, usado com o Flyboard à base de água original . “Quando eu pressiono meus dedos no gatilho, eu aumento o impulso, quando eu movo minha mão de um lado para outro, controla a guinada, usando um giroscópio dentro, igual o controle remoto do Wii. Quando eu movo meu corpo para a frente ou para trás, ou para o lado, eu controlar a direção para onde quero ir “. Um pouco como um Segway então.

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O Flyboard Air é, naturalmente, uma plataforma experimental, mas Zapata está olhando agora para as várias regras e regulamentos que precisam ser atendidas para levar o projeto adiante, primeiro em França e depois para além da aviação. Zapata acredita que ele vai ser classificada como “uma máquina de ULM (Ultra Léger motorizar) como pequenos helicópteros, pára-quedas com um motor na parte traseira ou pequenos aviões.”

Entre os poucos detalhes disponibilizados no início deste mês foi que o Flyboard Air pode subir para 10.000 pés, pedimos Zapata para comentar. “Nós nunca fomos tão alto, é apenas um cálculo que mostra o seu potencial, mas vamos fazê-lo para voar os 10.000 pés”, disse ele, com um brilho nos olhos que indicava intenção séria. “O potencial físico da máquina é ir a 10.000 pés, a realidade hoje é que nunca estive mais de 30 metros (100 pés). É o mesmo que dizer que a máquina pode chegar a cerca de 150 Km / h, com base em nossos cálculos, mas na realidade eu nunca foi ultrapassado 80 km / h. “A equipe de Zapata Racing tem vindo a trabalhar na versão atual do Flyboard Air por cerca de um ano, embora o seu desenvolvimento é construído sobre uma boa parte do trabalho anterior. O primeiro vôo foi a bordo de um Air elétrica, e não saiu muito como planejado.

“A máquina começou por conta própria e pegou dois dos meus dedos. A máquina começou a voar na oficina, e quebrando paredes. Foi um momento terrível, porque foi uma bateria LiPo dentro. Então, depois eu peguei ela e a bordo ela explodiu, foi fogo por toda parte. “ Este incidente colocou um freio no projeto por um tempo.

“Minha esposa ficou muito assustado e eu tive que prometer-lhe que não faria isso de novo. Mas depois de algumas semanas, eu disse a ela que não é de minha natureza desistir de meus sonhos, então segui em frente com essa coisa. Quando eu decido fazer algo, vira uma obsessão.” Então, o trabalhar no jato Flyboard Air recomeçou.

“Nós colocamos o motor a jato de maneiras diferentes que era lógico para nós, mas não funcionou. Fizemos primeiro os cálculos, mas o problema é que ninguém realmente sabia o que funciona. Mesmo os melhores engenheiros do mundo não entende onde você tem que colocar os centros de gravidade da máquina, a julgar movimentos de estresse e do corpo. Você não encontra essas coisas na internet. Por isso, tivemos de imaginar algumas coisas, em seguida, tentar, tentar, tentar. “

“Nós desenvolvemos um pouco do motor a jato que seria capaz de caber em nossas mãos, e com as mãos, fizemos um monte de testes para compreender como ela se movia. Ao mover a versão pequena do motor a jato no ar, entendemos exatamente onde nós colocaríamos os jatos, e assim onde nós colocaríamos nossos pés na versão maior. Passo a passo, nós aumentamos a confiabilidade, facilidade de uso. “

O tempo de voo está projetado para apenas uma hora e meia a duas horas no ar na versão atual do Flyboard Air, mas com a mochila de combustível só é capaz de transportar querosene suficiente para entre quatro a dez minutos por viagem, isso é realmente pouco de tempo real. Ele nos disse que o alcance do ar é apenas uma questão de quanto o querosene você é capaz de transportar.

A equipe que trabalhou no projeto do Flyboard Air está trabalhando com os pensamentos voltandos para o desenvolvimento de uma nova geração de dispositivos de vôo. Máquinas que as pessoas seriam capazes de ir trabalhar. O plano no momento é construir algo que o piloto pode sentar, basta começar e ir embora. “Como uma máquina voadora de Star Wars.” Algo que não exige o rigoroso treinamento necessário para pilotar a máquina atual – algo como uma motocicleta voadora.

“Eu acho que nos próximos meses, vamos ser capazes de ter esta máquina funcionando. O nosso objetivo inicial é ajudar o exército ou a segurança Francês a trabalhar contra o terrorismo, como o que aconteceu em Paris. Se você tiver uma prancha ajato ou motocicleta voadora , você pode decolar em 30 segundos e pegar as pessoas em questão de minutos. A moto vai levar o combustível, por isso vai ser capaz de voar por quase 30 minutos a 300 km / h. “

Fonte: GISMAG

Uma barbada!!!

Barba, cabelo e bigode e sua cronologia.

Barba e bigode estão em alta! Aliás, este já foi um tema aqui em nosso blog. Hoje, faremos uma cronologia para você entender que eles estiveram presentes em diversas épocas da História. Você vai entender como os pelos faciais começaram a fazer parte do look moderno.

Nos anos 1920, os

entraram em cena com cortes mais finos, ao contrário do que exibiam os patriarcas do Século XIX. Muita gente quando vê uma fotografia desta época vai se lembrar de vários personagens da novela “O Cravo e a Rosa”, por exemplo.

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Na década posterior, o bigodinho permaneceu, mas agora com um certo tipo de voltinha. O grande expoente desta moda foi o ator norte-americano, Clark Gable, maior galã do cinema nesta época, astro do filme “E o Vento Levou”.
Mas, tempos sombrios fizeram com que o bigode absorvesse uma imagem negativa depois que o ditador Adolf Hitler ascendeu ao poder na Alemanha e levou o mundo à Segunda Guerra Mundial.

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Nos anos 1950, época do pós-guerra e da entrada em cena do Rock in Roll, o bigode e a barba são deixados de lado e a cara limpa é utilizada como o visual dominante. A costeleta vira uma onda com o astro do gênero, Elvis Presley.

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Veio a transformadora década de 1960 e com ela os Beatles, que revolucionaram não apenas a música, mas também o comportamento de bilhões de pessoas ao redor do planeta, com seus cabelos compridos, a volta do bigode (esse literalmente mais grosso, na fase psicodélica do maior banda de todos os tempos) e posteriormente as barbas longas, no final deste período, quando o visual hippie era moda.

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Os punks ditaram o ritmo e a moda na segunda metade dos anos 1970, com suas caras limpas, cabelos limpos e penteados espetados, chocando a sociedade.

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Coube a Freddie Mercury, célebre vocalista do Queen, fazer com que o bigode voltasse à moda, na década de 1980. No quesito vestuário, os já quarentões Mick Jagger, líder dos Rolling Stones e o camaleão David Bowie, mantiveram-se entre os tops do pop-rock com roupas coloridas, que foram a marca registrada daquele período.

Nos anos 1990, o rock alternativo mostrou ao mundo o poder das camisas xadrez, de flanela, cabelos despenteados e barba por fazer. Kurt Cobain, líder da banda Nirvana, ganha força entre os jovens e se torna a voz da geração grunge.

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Chegamos em 2000, e a geração da internet ganha espaço. Todo modismo está aos olhos de quem vê.

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Caras lisas são marcas registradas da primeira década do Século XXI e a barba fica de lado. Mas, em 2012, a barba, o cabelo e o bigode voltaram ao topo das paradas. Os pelos faciais ganharam novos contornos e grande aceitação do mercado da moda.

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Dificilmente um homem deste tempo não deixou sua barba crescer. Portanto, se você acha que só em 2016 foi moda, a barba vem ditando estilo desde sempre. Até a próxima.

OS DIREITOS DA MULHER E A PARTICIPAÇÃO DOS HOMENS

Por Leo Jaime

Há algum tempo a ONU lançou a campanha He For She, uma iniciativa que convoca os homens a lutar pelo direito das mulheres. Não,  não é para os homens “resolverem” para as mulheres questões que elas não conseguiriam resolver sozinhas. Era uma convocação para a solidariedade porque, afinal, toda luta pelo fim da desigualdade, fim dos preconceitos, injustiças, acaba por ser um bem para toda a humanidade e não apenas da classe que reivindica.  A plenitude dos direitos da mulher contempla a todos.

Alguns homens refletem, um pouco querendo sair da berlinda, dizendo; “Nunca vi uma reunião em empresa em que se combinasse que o salario das mulheres seria menor do que o dos homens”. Claro, evidente, as corporações querem profissionais eficientes e a orientação sexual e gênero talvez sejam detalhes que não pesem na hora da avaliação de performance. Vamos lembrar que a maior empresa do mundo, Apple, é presidida por um homem assumidamente gay. Mulheres, não importa se lésbicas ou não, também estão ganhando posições importantes em todas as empresas do mundo, às vezes de liderança, o que é absolutamente natural. Bem como o protagonismo político, ainda que o número de candidatas a cargos públicos seja sempre menor. Elas podem, elas devem e elas fazem. Ainda bem! Mas, e a solidariedade dos homens? Como pode se dar.

A primeira coisa que me ocorre é: se não atrapalhar já está ajudando! Sim, meus amigos, se existe uma parcela de homens que tanto na vida íntima quanto na pública já se posicionam de uma maneira mais justa e solidária, a maioria continua ogra, tosca,  violenta, primitiva, e, sobretudo, agindo como quem está sob ameaça. E, de certa forma, está mesmo!

O assédio foi retratado há dias  por milhões de mulheres que colaboraram com a hashtag“#meuprimeiroassédio”. Era comovente e assustador. Homens que, quando crianças foram vítimas também se manifestaram, e este deverá ser o capítulo seguinte: a violência contra a mulher é covarde e vil, mas a que se pratica contra crianças e velhos consegue ser ainda pior. Em seguida veio a manifestação nas ruas exigindo respeito por parte dos nossos legisladores que pretendem com leis absurdas tornar mais difícil ainda a vida de mulheres estupradas. Bem, se os nossos homens da lei se colocam mais ao lado dos estupradores do que das mulheres pouco precisa ser debatido: o negócio é mesmo ir às ruas e exigir respeito.

Mulheres estão se unindo e indo às ruas, a público, fazer suas exigências e lutando por seus direitos. Homens precisam se posicionar. Ou são parceiros que querem a felicidade das mulheres que o cercam, sejam amigas, amantes, familiares, não importa, ou são o empecilho histórico que vai desaparecer como tudo o que é desnecessário acaba desaparecendo. Quem precisa de machismo? Quem se beneficia, de fato? Homens e mulheres foram criados sobre este fardo cultural e aqui e ali revelam suas heranças e consequências. Vamos reverter isto analisando nossos comportamentos e revendo posições. É o que elas estão fazendo, é o que todos devem fazer.

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Você mulher, ofereça aos homens que você respeita um lugar na sua trincheira. Quem lhe ama lhe respeita e quer que o mundo lhe respeite também. Você, amigo macho, questione-se. Se elas mudam, tudo muda e você vai ter que mudar também! O mundo em que homens e mulheres são igualmente responsáveis pelos rumos da história há de ser um mundo melhor para todos. Parceria! Não precisamos mais dividir: precisamos nos unir para um mundo mais harmônico. Achar um culpado, por si só, não melhora, é preciso achar um novo meio de conviver. Ver os erros do passado não significará nada se não tivermos propostas claras para o futuro.

Eu quero estar ao lado das mulheres e não contra elas. Elas talvez nem precisem deste meu apoio. Mas a causa delas é minha também. E você? Já pensou a fundo sobre o tema?

CONHEÇA AS MELHORES CERVEJARIAS ARTESANAIS DE LONDRES

Por Deb, do blog Segredos de Londres*

Uma característica comum entre britânicos e brasileiros é o gosto pela cerveja. Como nós, eles não dispensam um chopp no happy hour – no caso, um chopp de 568ml, o pint. Se o tempo estiver bom, o social rola em pé mesmo, do lado de fora dos pubs, como acontece nos botecos do Rio.

O que mudou por lá nos últimos anos é que, com o crescimento das cervejarias artesanais, um novo roteiro de pubs surgiu. A escocesa Brewdog, por exemplo, já conta com seis endereços na cidade.

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Fundada em 2007, a cervejaria tem um modelo de negócios inovador baseado no crowdfunding: os próprios consumidores investem no crescimento da empresa. No round de financiamento atual, quase 3 milhões de libras foram levantados com a ajuda de mais de 1.500 investidores, ou equity punks, como a Brewdog carinhosamente os chama. Com uma legião de fãs conquistada, a companhia se expandiu pelo Reino Unido, a partir de 2011, e chegou inclusive a São Paulo, em 2014.

Cada bar Brewdog conta com uma proposta diferente. O mix de cervejas varia, mas há sempre opções de marcas standard, convidadas e edições limitadas, servidas em barril e em garrafa.

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O endereço de Camden, primeiro fora da Escócia, fica a alguns passos da estação do metrô de Camden Town. Com estética industrial, serve hambúrgueres e tábuas de queijos para acompanhar cervejas como a Punk Ipa, a primeira produzida pela empresa, relativamente leve (5,6% de álcool) e com paladar frutado. Os atendentes são atenciosos e costumam explicar sobre as marcas e os sabores (e até dar uma provinha). Lembra muito uma certa marca carioca de roupas masculina que eu conheço… 😉

A Brewdog de Islington serve hot dogs gourmet e conta com mais de 30 tipos de cerveja entre chopp e garrafas. Já o bar de Shoreditch, área cool do leste da cidade, tem um bar subterrâneo com pinball e máquinas de videogame.

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Outro segredo bem guardado em Camden é a Camden Town Brewery, uma microcervejaria que reúne no mesmo local bar e produção. Fica num beco escondido do bairro e nas quintas, sextas e sábados à noite divide espaço com barraquinhas de comida de rua. É imperdível. A cervejaria permite visitas guiadas nas sextas e nos sábados e não abre às segundas-feiras.

*Carioca radicada em Londres há sete anos, Deb é o nome por trás do blog Segredos de Londres, um guia com dicas imperdíveis da cidade. Você também pode seguir o blog através do Facebook e Instagram.

Mercado de Quadrinhos e Mangás no Brasil podem morrer se sumirem das bancas

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Então,  nos fizemos uma matéria sobre como o monopólio da distribuição em quadrinhos pode acabar com o mercado de bancas de quadrinhos, agora o fim do mercado das bancas está próximo e pode prejudicar o acesso as pessoas a quadrinhos e mangás.
O Mangá simplesmente é um estilo de quadrinhos, assim como Fumetti é um estilo de quadrinhos italianos, as pessoas costumam diferenciar, mas é tudo quadrinhos, o titulo foi exatamente para atrair o grupo que ao que parece tenta diferenciar quadrinhos de mangás.
Você pode conferir a nossa postagem sobre o monopólio da distribuição de quadrinhos aqui , atualmente a DINAP possui o controle de 90 por cento de toda a distribuição nacional, já que o CADE autorizou a fusão das duas maiores empresas de distribuição do Brasil por não considerar isso um monopólio de mercado em 2007.
Os efeitos aos poucos foram sentidos, pois a empresa somente começou a entrar em funcionamento de fato em 2016, com esse controle a DINAP pode acabar com o mercado de quadrinhos em banca.
Atualmente, o Grupo Abril tem 100% da distribuição nacional de produtos editoriais para bancas de jornal. E agora ameaça a sobrevivência de empresas menores, regionais, ao impor um esquema abusivo de repasses. O Jornal GGN encontrou o termo de liberação junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que permitiu o monopólio.  Em 11 de outubro de 2007, o Grupo realizou uma grande operação de fusão das duas maiores distribuidoras de revistas do país – a Dinap (Distribuidora Nacional de Publicações) e a FCD (Fernando Chinaglia Distribuidora). Criou-se, assim, a DGB Logística SA que passou a concentrar a totalidade da distribuição indireta de produtos editoriais.
Editoras e entidades alegavam risco à concorrência, pois nesse cenário, a Abril estaria “em condições de cobrar preços supracompetitivos na distribuição indireta de revistas e de fechar esse mercado a terceiros”.  Além do monopólio de distribuição indireta, haveria conflito de interesses – a Abril estaria realizando integração vertical entre a distribuição e a edição de revistas. Isso porque o grupo tem mais de 50% do mercado de produção e ficaria com todo o mercado de distribuição.
O que isso tudo quer dizer? A ABRIL através da DINAP poderá definir o valor que quiser para o repasse dos valores dos produtos vendidos em bancas, tornando inviável o mercado de quadrinhos no brasil em banca ( seja quadrinhos americanos, mangás, etc), isso tornaria quase impossível o acesso da maioria dos brasileiros a quadrinhos, já que a maioria das cidades com menos de 500 mil habitantes tem apenas uma banca (que mal traz quadrinhos), sendo assim a maioria das lojas especializadas em quadrinhos ficam nas grandes cidades ou capitais, cobrando um preço absurdo de diversos lançamentos, ou pior ainda os quadrinhos ficam restritos a livrarias.
Isso pode causar um retrocesso total na vendagem de quadrinhos, levando a extinção de bancas de revistas e até mesmo dos poucos Sebos de quadrinhos existentes, ao que parece os grandes sites sobre o tema ficaram calados ou até mesmo gostaram da ideia do mercado de quadrinhos ficar restrito a lojas especializadas ou livrarias, dizendo que o quadrinho no brasil conquistou “seu lugar de direito”.
A queda dos quadrinhos nos EUA começaram a cair entre outros fatores, o fato da Diamond  ter conseguido o monopólio da distribuição, o que forçou uma divisão injusta dela com as bancas e quase extinguiu os quadrinhos em bancas de revistas ou lojas de conviniencia nos EUA, pelo fato dos quadrinhos terem sido considerado apenas uma parcela de revistas e periódicos nos EUA, sendo assim não considerado um monopólio pela suprema corte das distribuições de material cultural, já que quadrinhos seria apenas uma pequena parcela, até hoje o mercado de quadrinhos sente a dor dessa decisão, que resultou na quase completa extinção dos quadrinhos em bancas.
A renda media do americano proporciona que ele possa por hobby comprar quadrinhos em lojas especializadas ou em livrarias, mas nos pobres brasileiros ainda vamos sofrer muito mais com a decisão de 2007, cujos efeitos ainda iremos sentir, como por exemplo diversas editoras vão sofrer com fracas vendas pois vão perder grande parte do mercado nacional (que mal conseguia escoar corretamente nas cidades menores) e agora praticamente deixará de existir com essa medida.